Por Felipe Gonçalves

 

Você já parou para pensar sobre o que ocorre com os casais nos contos de fadas depois do “felizes para sempre”? Felicidade e amor são conjuntos de comportamentos tão complexos e subjetivos, que defini-los é restringir a variedade de significados que cada indivíduo atribui a esses comportamentos.

A “busca pela felicidade” tem levado muitas pessoas à solidão e ao desamparo, um retrato disso é o fato da depressão ser considerada a doença do século. Estamos terceirizando o afeto e a nossa responsabilidade nos relacionamentos. Quer ser feliz? Comporte-se de modo a produzir momentos de prazer e de bem-estar.

O relacionamento amoroso continua depois do “felizes para sempre”, na rotina do dia-a-dia, em que aprendemos a lidar com eventos “bons” e “ruins” que se originam da interação entre duas ou mais pessoas. Reciprocidade deveria ser à base de qualquer relacionamento. O amor é contemporâneo, pertence a cada época, com valores e significados próprios à sua geração.

Compreender o amor como um conjunto de comportamento aprendidos, oferece-nos a possibilidade de construir e trabalhar para termos relacionamentos mais duradouros e saudáveis.

 

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